Estou neste momento no Estúdio Abba gravando as últimas guitarras para as músicas mais agitadas do CD Poder!. Pra quem nunca entrou num estúdio, vou postar de maneira bem clara: -É MUUUUIIITO BOM!!!. Só que é muito trabalhoso também. Antes, achei que fosse mais simples. Absolutamente tudo conta: idéias, intrumentos, timbres, vozes, tempo (frio, quente, úmido, abafado), cansaços, local, barulho externo, roupa (fui gravar a voz de uma das músicas e o agasalho fazia tanto barulho que o som entrou pelo microfone, não valeu). Num estúdio você conta o tempo nos segundos, e acredite, passa rápido. Como passa rápido!
Neste CD estou colocando minha vida. Há músicas recentes, mas também antigas; rápidas mas também lentas; simples, mas também complexas. Eu sou assim mesmo: uma parte música. E a cada dia que passa Deus transforma essa minha parte melódica em Louvor.
(Ao fundo, ouço o Patrick gravando as guitarras e minha voz gravada: ...em Jesus, Jesus, Jesus...)
Muitos de vocês têm me perguntado sobre quando o CD vai sair. E muita gente está ansiosa para adquiri-lo. Porém, eu mesmo sou a pessoa que mais me cobro. Há seis anos eu gravei um CD que não deu resultado prático, no sentido de CD pronto. Porém, a gente sempre aprende alguma coisa, nem que seja mínima. Sinto que aquela experiência me ajudou muito agora.
Espero, sinceramente, que todos gostem. Estamos muito atentos à qualidade do CD, mas ainda mais à Unção. As composições já são as que vocês conhecem. A qualidade está além de qualquer expectativa. Os timbres estão lindíssimos. Conto com o ouvido e a capacidade de mixagem e masterização do Júnior Papalia, dono do Estúdio. Com as guitarras afinadíssimas, criativas e inclivelmente rápidas dos dedos do Patrick Júnior (O Patrick era o guitarrista dos Garotos de Ouro, se converteu e hoje entrega sua vida e seu talento pra Jesus) e a bateria supermarcante do Thiago Soares, que veio lá de Minas e uma série de irmãos em Cristo talentosos e ungidos aqui de Santa Maria, no frio do Rio Grande do Sul.
O resto eu vou deixar pra vocês analisarem. Espero que gostem!
quinta-feira, 3 de julho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Porque amar?
Em um mundo onde tantas pessoas já não sabem o que é amar, vale a pena ser inteligente e se aprofundar na questão. Uma das frases mais ouvidas quando um casal se separa é: "-Acabou o amor!". Mas... O que é o amor? Quem pode definir o amor? Respondo: somente quem o inventou! E esse alguém é Deus. A Bília diz que Deus é amor, então fica fácil entender quando é Ele mesmo quem se define.
Há muitas referências sobre o amor na Palavra de Deus. Mas para mim a mais marcante é que o amor é uma decisão. Se você entender isso, tudo muda. O amor é um sentimento, sim. Mas condicionado à uma decisão.
Hoje em dia tudo contribui para destruir este amor. As revistas, quaisquer que sejam, explora a beleza física e a mentira. Os jornais, por sua vez, a violência e a televisão se especializa em degradar a familiar. O ambiente urbano é poluído visualmente e dificilmente encontramos paz em nosso meio. Por falar em PAZ, ela somente pode ser alcançada por alguém que tem em Jesus o Senhor de sua vida. Somente Ele é capaz de dar paz em quaisquer circunstâncias. E aquele que dá a paz, é também o próprio amor.
E você? Já decidiu amar?
Há muitas referências sobre o amor na Palavra de Deus. Mas para mim a mais marcante é que o amor é uma decisão. Se você entender isso, tudo muda. O amor é um sentimento, sim. Mas condicionado à uma decisão.
Hoje em dia tudo contribui para destruir este amor. As revistas, quaisquer que sejam, explora a beleza física e a mentira. Os jornais, por sua vez, a violência e a televisão se especializa em degradar a familiar. O ambiente urbano é poluído visualmente e dificilmente encontramos paz em nosso meio. Por falar em PAZ, ela somente pode ser alcançada por alguém que tem em Jesus o Senhor de sua vida. Somente Ele é capaz de dar paz em quaisquer circunstâncias. E aquele que dá a paz, é também o próprio amor.
E você? Já decidiu amar?
sábado, 24 de maio de 2008
Coroa de Glória
Um dia eu Te coroei
com uma coroa de espinhos.
Mas mesmo assim se entregou
e morreu por amor de mim!
Muitos reis botei em tronos,
Mas você, pus num madeiro.
Enquanto eu Te crucificava,
Você me tornava herdeiro.
Hoje eu posso compreender
A dor que lhe causei.
O sofrimento que Te fiz,
Nas marcas que deixei.
Eu quero me arrepender
E ao Teu perdão vou me render
e Te entregar a verdadeira coroa
De Rei.
Do Rei dos Reis...
com uma coroa de espinhos.
Mas mesmo assim se entregou
e morreu por amor de mim!
Muitos reis botei em tronos,
Mas você, pus num madeiro.
Enquanto eu Te crucificava,
Você me tornava herdeiro.
Hoje eu posso compreender
A dor que lhe causei.
O sofrimento que Te fiz,
Nas marcas que deixei.
Eu quero me arrepender
E ao Teu perdão vou me render
e Te entregar a verdadeira coroa
De Rei.
Do Rei dos Reis...
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Distante de Casa
Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Difícil deixar colossais maravilhas.
Difícil tentar dominar a saudade.
Lembrei da infância que em ti foi vivida.
Pois hoje, de tudo, eu vivo distante.
A mente se agita, inquieta, esquecida
Olhando pras fotos que gritam na estante.
Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Os amigos daqui nunca vão entender
O amor ao concreto e o meu jeito de ser.
Deixei emoções, esperança, alegria,
Deixei os meus pais, meus irmãos, minha tia!
Agora não posso querer reviver;
Trazer para perto o que devo esquecer.
Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Quando eu explico que é boa a secura
Ninguém me entende, dizendo: "-É loucura!"
A minha cidade tem céu sempre azul
em grande contraste ao Rio Grande do Sul
E quando me lembro da SQN
A lágrima desce, sozinha, perene.
Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Difícil esquecer minha doce família.
Difícil dizer: "-Eu não sinto saudade!"
Eis que saudade é palavra mui forte.
Que torna, impiedoso, o tempo em vilão.
Mas vivo traquilo, apesar de distante,
Pois vivo em Brasília no meu coração!
Não posso negar essa dura verdade.
Difícil deixar colossais maravilhas.
Difícil tentar dominar a saudade.
Lembrei da infância que em ti foi vivida.
Pois hoje, de tudo, eu vivo distante.
A mente se agita, inquieta, esquecida
Olhando pras fotos que gritam na estante.
Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Os amigos daqui nunca vão entender
O amor ao concreto e o meu jeito de ser.
Deixei emoções, esperança, alegria,
Deixei os meus pais, meus irmãos, minha tia!
Agora não posso querer reviver;
Trazer para perto o que devo esquecer.
Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Quando eu explico que é boa a secura
Ninguém me entende, dizendo: "-É loucura!"
A minha cidade tem céu sempre azul
em grande contraste ao Rio Grande do Sul
E quando me lembro da SQN
A lágrima desce, sozinha, perene.
Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Difícil esquecer minha doce família.
Difícil dizer: "-Eu não sinto saudade!"
Eis que saudade é palavra mui forte.
Que torna, impiedoso, o tempo em vilão.
Mas vivo traquilo, apesar de distante,
Pois vivo em Brasília no meu coração!
Conta e Tempo (esse poema não é meu)
Deus pede estrita conta de meu tempo;
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta?
Eu que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita há tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, prestar conta;
Hoje quero acertar conta e não há tempo.
Oh! Voz! Que tendes tempo, sem ter conta.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta.
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
Chorarão, como eu, o não ter tempo.
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta?
Eu que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta feita há tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, prestar conta;
Hoje quero acertar conta e não há tempo.
Oh! Voz! Que tendes tempo, sem ter conta.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta.
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
Chorarão, como eu, o não ter tempo.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
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