quinta-feira, 26 de junho de 2008

Porque amar?

Em um mundo onde tantas pessoas já não sabem o que é amar, vale a pena ser inteligente e se aprofundar na questão. Uma das frases mais ouvidas quando um casal se separa é: "-Acabou o amor!". Mas... O que é o amor? Quem pode definir o amor? Respondo: somente quem o inventou! E esse alguém é Deus. A Bília diz que Deus é amor, então fica fácil entender quando é Ele mesmo quem se define.
Há muitas referências sobre o amor na Palavra de Deus. Mas para mim a mais marcante é que o amor é uma decisão. Se você entender isso, tudo muda. O amor é um sentimento, sim. Mas condicionado à uma decisão.
Hoje em dia tudo contribui para destruir este amor. As revistas, quaisquer que sejam, explora a beleza física e a mentira. Os jornais, por sua vez, a violência e a televisão se especializa em degradar a familiar. O ambiente urbano é poluído visualmente e dificilmente encontramos paz em nosso meio. Por falar em PAZ, ela somente pode ser alcançada por alguém que tem em Jesus o Senhor de sua vida. Somente Ele é capaz de dar paz em quaisquer circunstâncias. E aquele que dá a paz, é também o próprio amor.
E você? Já decidiu amar?

sábado, 24 de maio de 2008

Coroa de Glória

Um dia eu Te coroei
com uma coroa de espinhos.
Mas mesmo assim se entregou
e morreu por amor de mim!

Muitos reis botei em tronos,
Mas você, pus num madeiro.
Enquanto eu Te crucificava,
Você me tornava herdeiro.

Hoje eu posso compreender
A dor que lhe causei.
O sofrimento que Te fiz,
Nas marcas que deixei.

Eu quero me arrepender
E ao Teu perdão vou me render
e Te entregar a verdadeira coroa
De Rei.

Do Rei dos Reis...

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Distante de Casa

Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Difícil deixar colossais maravilhas.
Difícil tentar dominar a saudade.

Lembrei da infância que em ti foi vivida.
Pois hoje, de tudo, eu vivo distante.
A mente se agita, inquieta, esquecida
Olhando pras fotos que gritam na estante.

Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Os amigos daqui nunca vão entender
O amor ao concreto e o meu jeito de ser.

Deixei emoções, esperança, alegria,
Deixei os meus pais, meus irmãos, minha tia!
Agora não posso querer reviver;
Trazer para perto o que devo esquecer.

Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Quando eu explico que é boa a secura
Ninguém me entende, dizendo: "-É loucura!"

A minha cidade tem céu sempre azul
em grande contraste ao Rio Grande do Sul
E quando me lembro da SQN
A lágrima desce, sozinha, perene.

Não posso negar que amo Brasília.
Não posso negar essa dura verdade.
Difícil esquecer minha doce família.
Difícil dizer: "-Eu não sinto saudade!"

Eis que saudade é palavra mui forte.
Que torna, impiedoso, o tempo em vilão.
Mas vivo traquilo, apesar de distante,
Pois vivo em Brasília no meu coração!

Conta e Tempo (esse poema não é meu)

Deus pede estrita conta de meu tempo;
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta?
Eu que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita há tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, prestar conta;
Hoje quero acertar conta e não há tempo.

Oh! Voz! Que tendes tempo, sem ter conta.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta.
Não gasteis vosso tempo em passatempo.

Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
Chorarão, como eu, o não ter tempo.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Primeiros Passos

Cheguei...
Postarei...
Permanecerei...
Enfim,
eu serei.